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Era para ser o maior projeto de etanol e energia renovável do Brasil, mas a crise econômica e a queda de preços ameaçam atropelar os planos da Brenco. A empresa, criada há pouco mais de dois anos, está à procura de um ou mais sócios dispostos a injetar pelo menos R$ 300 milhões na operação.
Com dificuldades para levantar novos recursos, a Brenco já foi obrigada a adiar o cronograma de abertura de usinas e o pagamento de fornecedores. No fim de junho, um acordo entre os atuais acionistas definiu um aporte adicional de R$ 58 milhões, que se somaram ao R$ 1,8 bilhão investido inicialmente no negócio.
O BNDES, que já havia entrado com R$ 1,2 bilhão na primeira fase, concordou em emprestar mais R$ 150 milhões na forma de debêntures conversíveis. Hoje, a participação do banco oficial é de 20% do capital. Além do BNDES, a Brenco (sigla em inglês para a Companhia Brasileira de Energia Renovável) é controlada por outros dez acionistas, brasileiros e estrangeiros.
Fonte: O Globo, Economia Autor: Aguinaldo Novo Publicação: 20/07/2009 Tópico: Esta notícia foi lida 372 vezes Nota dos leitores (1 a 5): 3
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